Estava ela correndo sem perder o fôlego, por uma estrada que se não era
perfeita, sua paisagem transmitia essa idéia ilusória...
Olhando à frente, não viu o buraco, tropeçou; cataploft...! Caiu acordando de seus sonhos na cama....
Alguns pequenos raios de sol passavam pela veneziana, já era dia e seu despertador biológico foi acionado...
Em uma brincadeira de ‘’cobra cega’’ sem as vendas, o caminho para o banheiro já estava calculado em seus passos...
Aos poucos a água que cai traz coragem para mais um dia... Respira se veste, e o corpo pede o moletom e o velho all star e se aventura nos minutos que parecem estar realmente apressados.
O dia estava com um clima e o céu totalmente propício para ser bom, ou algo dentro de si fazia os olhos acreditarem no mesmo.
‘’Todo dia de manhã é nostalgia das besteiras que fizemos ontem’’ Escutando O.T.M. no volume 35 do som do carro, flutua na melodia, mas cai na real "-saí daí sorrisinho bobo!’’
A brisa da manhã nos cabelos molhados trazia calafrios agradáveis, entre sorrisos e acenos, sim aquele seria um bom dia.
Vai e volta, esquece se lembra, se empolga respira, acelera cochila, propõe contrapõe, absorve duvida...os minutos apressados se transformaram em horas precipitas.
Alguns pequenos raios de sol passavam pela janela do carro já era noite e seu relógio biológico foi acionado...
Um dia que o peso nas costas não incomodou, viveu sorriu e aprendeu, o dia foi ótimo? Ou fez algo por merecer esse mimo?
Talvez era apenas aquele moletom e o velho all star vermelho desbotado.
Olhando à frente, não viu o buraco, tropeçou; cataploft...! Caiu acordando de seus sonhos na cama....
Alguns pequenos raios de sol passavam pela veneziana, já era dia e seu despertador biológico foi acionado...
Em uma brincadeira de ‘’cobra cega’’ sem as vendas, o caminho para o banheiro já estava calculado em seus passos...
Aos poucos a água que cai traz coragem para mais um dia... Respira se veste, e o corpo pede o moletom e o velho all star e se aventura nos minutos que parecem estar realmente apressados.
O dia estava com um clima e o céu totalmente propício para ser bom, ou algo dentro de si fazia os olhos acreditarem no mesmo.
‘’Todo dia de manhã é nostalgia das besteiras que fizemos ontem’’ Escutando O.T.M. no volume 35 do som do carro, flutua na melodia, mas cai na real "-saí daí sorrisinho bobo!’’
A brisa da manhã nos cabelos molhados trazia calafrios agradáveis, entre sorrisos e acenos, sim aquele seria um bom dia.
Vai e volta, esquece se lembra, se empolga respira, acelera cochila, propõe contrapõe, absorve duvida...os minutos apressados se transformaram em horas precipitas.
Alguns pequenos raios de sol passavam pela janela do carro já era noite e seu relógio biológico foi acionado...
Um dia que o peso nas costas não incomodou, viveu sorriu e aprendeu, o dia foi ótimo? Ou fez algo por merecer esse mimo?
Talvez era apenas aquele moletom e o velho all star vermelho desbotado.
Um beijo da Dona Lully.

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